Estamos construindo em Mata aquilo que chamamos de “Uma nova História dos Trabalhadores em Educação”. Conforme está no nosso último Boletim, os Professores de Mata de São João não estão mais órfãos. Obtivemos uma grande vitória em 2010: não íamos ter nenhum reajuste salarial, conforme era a vontade do gestor público. No entanto, graças à nossa mobilização, o gestor cedeu um reajuste de 5% e 10%. Não era só isso que nós queríamos, mas foi isso que nós conseguimos e que nos motiva para que no próximo ano estejamos mais fortes para exigir, no tempo certo, um verdadeiro reajuste que repasse as verbas do Governo Federal, dentro daquilo que manda a lei. Temos que valorizar cada conquista, pois são elas que nos motivam a permanecer na linha de luta por dias cada vez melhores para a classe trabalhadora em educação nesse Município. Não estamos mais sozinhos e nem desorganizados. É a união e a organização da classe que possibilitará novas conquistas, que possibilitará a construção de uma nova história dos educadores.
A nossa grande empreitada, o nosso grande desafio pelo qual devemos está dispostos a usar todos os meios legais de mobilização é fazermos, com urgência, um NOVO ESTATUTO de Plano de Carreira dos Trabalhadores em Educação. Um Plano de Carreira que tenha como fundamento a união da categoria. Um plano de carreira que inclua avanços horizontais, por tempo de serviço. Que a cada ano trabalhado o trabalhador em educação avance um percentual em seu salário, com avanços verticais, que contemplem todos os cursos e certificados conquistados arduamente nos cursos de formação continuada que o trabalhador tenha feito aqui no município ou em qualquer outro lugar. Já começamos a fazer essas modificações. No início de setembro nos reuniremos, em assembléia geral, para discutirmos sobre as mudanças.
CONVIDAMOS TODA A CATEGORIA PARA ESSA LUTA...
[Texto do Prof. Manoel Jorge]
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Valorização profissional não acompanha importância do professor para a educação
“A falta de interesse de alunos em optarem pelos cursos de formação de professores ( cursos superiores de licenciaturas) é decorrente da situação explícita de uma categoria marginalizada, e que apesar de sua importância estratégica para qualquer área de formação profissional, recebe salário insignificante e na grande maioria dos casos não conta com o apoio das autoridades governamentais”. A declaração do deputado estadual Professor Dantas – PT, ao destacar ontem a necessidade de uma ampla articulação no sentido de garantir no orçamento do Estado de 2011, recursos suficientes para garantir pelo menos a reposição das perdas salariais dos professores da rede pública estadual de ensino.
A realidade salarial para a maioria das escolas do País é bastante diferente das melhores escolas no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio - Enem, composto em sua maioria por instituições privadas. Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE, com dados de setembro de 2009, mostra que há professores que, mesmo com diploma de ensino superior, ganham pouco mais de um salário mínimo.
De acordo com o deputado Professor Dantas em Rondônia a situação não é diferente, e apesar das seguidas demonstrações de apoio e concessões às propostas do Governo, a realidade é cruel para esta categoria que sofre com baixos salários, e trava uma luta incessante pela melhoria da qualidade do ensino e pela valorização do magistério. “Mas mesmo diante deste quadro se verifica por outro lado a abnegação e o comprometimento destes profissionais pela melhoria da educação rondoniense”, complementou.
Ao comentar sobre os dados do Enem a nível de Rondônia, o deputado entende ser preciso ser feito uma leitura crítica e responsável sobre estes dados, e defende a valorização dos professores como ponto crucial para o sucesso das escolas e o bom desempenho dos alunos no Enem.
Toda esta situação acaba tendo reflexos imediatos, ressalta o parlamentar ao citar que a baixa remuneração contribui para que um problema antigo das escolas brasileiras continue sem solução em um curto período de tempo: a falta de profissionais. Com a crescente expansão de investimentos e leis que tornaram obrigatórios o ensino fundamental de nove anos e o ensino médio, cada vez mais professores serão necessários nas salas de aulas brasileiras. O último levantamento oficial feito para tentar mensurar a quantidade de docentes que o País precisa para atender à demanda brasileira apontava uma carência de 250 mil professores nas escolas brasileiras. O estudo foi elaborado pelo Conselho Nacional de Educação - CNE com a ajuda do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep, e se baseou em dados de 2007.De lá para cá, os números não foram atualizados.
Encerrado o período de campanha eleitoral, independente de resultados, o deputado Professor Dantas defende que a situação financeira dos professores volte a mesa de negociação, e tudo isto deve ser feito antes da aprovação do orçamento do Estado de 2011.
Fonte: Impacto Rondônia > nacional > Política
A realidade salarial para a maioria das escolas do País é bastante diferente das melhores escolas no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio - Enem, composto em sua maioria por instituições privadas. Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE, com dados de setembro de 2009, mostra que há professores que, mesmo com diploma de ensino superior, ganham pouco mais de um salário mínimo.
De acordo com o deputado Professor Dantas em Rondônia a situação não é diferente, e apesar das seguidas demonstrações de apoio e concessões às propostas do Governo, a realidade é cruel para esta categoria que sofre com baixos salários, e trava uma luta incessante pela melhoria da qualidade do ensino e pela valorização do magistério. “Mas mesmo diante deste quadro se verifica por outro lado a abnegação e o comprometimento destes profissionais pela melhoria da educação rondoniense”, complementou.
Ao comentar sobre os dados do Enem a nível de Rondônia, o deputado entende ser preciso ser feito uma leitura crítica e responsável sobre estes dados, e defende a valorização dos professores como ponto crucial para o sucesso das escolas e o bom desempenho dos alunos no Enem.
Toda esta situação acaba tendo reflexos imediatos, ressalta o parlamentar ao citar que a baixa remuneração contribui para que um problema antigo das escolas brasileiras continue sem solução em um curto período de tempo: a falta de profissionais. Com a crescente expansão de investimentos e leis que tornaram obrigatórios o ensino fundamental de nove anos e o ensino médio, cada vez mais professores serão necessários nas salas de aulas brasileiras. O último levantamento oficial feito para tentar mensurar a quantidade de docentes que o País precisa para atender à demanda brasileira apontava uma carência de 250 mil professores nas escolas brasileiras. O estudo foi elaborado pelo Conselho Nacional de Educação - CNE com a ajuda do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep, e se baseou em dados de 2007.De lá para cá, os números não foram atualizados.
Encerrado o período de campanha eleitoral, independente de resultados, o deputado Professor Dantas defende que a situação financeira dos professores volte a mesa de negociação, e tudo isto deve ser feito antes da aprovação do orçamento do Estado de 2011.
Fonte: Impacto Rondônia > nacional > Política
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
MAIS UMA VEZ OS PROFESSORES DE MATA DE SÃO JOÃO BRILHARAM
Após o Governo Federal divulgar o resultado do IDEB deste ano, pude constatar que o esforço feito pelos professores da Rede Municipal de ensino está tendo resultados maravilhosos.
Na avaliação comparativa com 2007 podemos observar um expressivo crescimento, superando assim as próprias metas estabelecidas pelo Governo Federal. Para as séries iniciais em 2007 o IDEB foi de 3,0. Em 2009 avançamos para 4,3. No ensino fundamental em 2007 o resultado foi 2,4 e em 2009 avançamos para 3,3.
Esses resultados só vem constatar o esforço, dedicação e empenho de nossos professores com a educação em Mata de São João!
Na avaliação comparativa com 2007 podemos observar um expressivo crescimento, superando assim as próprias metas estabelecidas pelo Governo Federal. Para as séries iniciais em 2007 o IDEB foi de 3,0. Em 2009 avançamos para 4,3. No ensino fundamental em 2007 o resultado foi 2,4 e em 2009 avançamos para 3,3.
Esses resultados só vem constatar o esforço, dedicação e empenho de nossos professores com a educação em Mata de São João!
PARABÉNS PROFESSORES!
VOCÊS SÃO O GRANDE ORGULHO DA NOSSA CIDADE,
A LUTA PELA NOSSA VALORIZAÇÃO NÃO PODE PARAR.
VOCÊS SÃO O GRANDE ORGULHO DA NOSSA CIDADE,
A LUTA PELA NOSSA VALORIZAÇÃO NÃO PODE PARAR.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O FUNDEB É TAMBÉM PARA VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES
Olá companheiros de luta pela melhoria da educação, a APLB - Sindicato Núcleo Mata de São João está organizando uma gama de informações a respeito do financiamento do FUNDEB. O Ministério da Educação determina por Lei Federal que 60% da receita vinda do FUNDEB têm que ser destinado a pagamentos de salários dos profissionais da educação e 40% para infra-estrutura, por isso, estamos pesquisando como vêm sendo investido esse recurso pela prefeitura, se está sendo utilizado para melhoria das condições de ensino dos professores e da sua remuneração.
No levantamento feito, percebemos que no ano de 2007 o município de Mata de São João recebeu durante todo o ano R$ 6.155.124,87 (seis milhões, cento e cinqüenta e cinco mil, cento e vinte quatro reais e oitenta e sete centavos), já em 2008 foi recebido R$ 9.828.888,44 (nove milhões, oitocentos e vinte e oito mil, oitocentos e oitenta e oito reais e quarenta e quatro centavos), no ano de 2009 a prefeitura recebeu R$ 11.608.874,32 (onze milhões, seiscentos e oito mil, oitocentos e setenta e quatro reais e trinta e dois centavos), durante esse período o recurso do FUNDEB aumentou em 90%. Neste mesmo período (2007 a 2010) o salário dos professores municipais de Mata de São João passou de R$ 571,47 para R$ 661,32, totalizando, em quatro anos, um reajuste de R$ 89,87 (oitenta e nove reais e oitenta e sete centavos), o que equivale apenas a um reajuste de 16% (no mesmo período o salário mínimo subiu 34%). Sendo assim, os professores querem saber cadê a política de valorização dos professores?
Mata de São João está entre os piores salários da região metropolitana de Salvador, queremos dignidade, respeito e compromisso dos gestores com a educação, não só em construir escolas bonitas, mas, em tratar os professores com a devida importância para a melhoria constante da qualidade da educação. Os professores e a APLB - Sindicato do núcleo de Mata de São João vão estar a partir de agora cobrando do Prefeito ações de valorização do magistério como manda a Lei nº. 11.738/2008 e transparência na utilização dos recursos.
Caros colegas, precisamos nos unir nessa luta pela qualificação da educação em Mata de São João!
(Fonte: Portal MEC. Texto: Prof. Robson Brito. Revisão: Profª Cibele Aguiar)
No levantamento feito, percebemos que no ano de 2007 o município de Mata de São João recebeu durante todo o ano R$ 6.155.124,87 (seis milhões, cento e cinqüenta e cinco mil, cento e vinte quatro reais e oitenta e sete centavos), já em 2008 foi recebido R$ 9.828.888,44 (nove milhões, oitocentos e vinte e oito mil, oitocentos e oitenta e oito reais e quarenta e quatro centavos), no ano de 2009 a prefeitura recebeu R$ 11.608.874,32 (onze milhões, seiscentos e oito mil, oitocentos e setenta e quatro reais e trinta e dois centavos), durante esse período o recurso do FUNDEB aumentou em 90%. Neste mesmo período (2007 a 2010) o salário dos professores municipais de Mata de São João passou de R$ 571,47 para R$ 661,32, totalizando, em quatro anos, um reajuste de R$ 89,87 (oitenta e nove reais e oitenta e sete centavos), o que equivale apenas a um reajuste de 16% (no mesmo período o salário mínimo subiu 34%). Sendo assim, os professores querem saber cadê a política de valorização dos professores?
Mata de São João está entre os piores salários da região metropolitana de Salvador, queremos dignidade, respeito e compromisso dos gestores com a educação, não só em construir escolas bonitas, mas, em tratar os professores com a devida importância para a melhoria constante da qualidade da educação. Os professores e a APLB - Sindicato do núcleo de Mata de São João vão estar a partir de agora cobrando do Prefeito ações de valorização do magistério como manda a Lei nº. 11.738/2008 e transparência na utilização dos recursos.
Caros colegas, precisamos nos unir nessa luta pela qualificação da educação em Mata de São João!
(Fonte: Portal MEC. Texto: Prof. Robson Brito. Revisão: Profª Cibele Aguiar)

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