Professores de Mata de São João marcham em busca de uma revisão urgente no Estatuto e Plano e Carreira do Magistério dos Professores.
Mais uma vez o Núcleo da APLB-sindicato de Mata de São João realizou uma Assembléia para discutir o destino da Luta pela reformulação do Plano de Carreira do Magistério. Foram tomadas as seguintes decisões:
1. Professores da Rede Pública Municipal não irão mais preencher os portfólios cansativos e enfadonhos impostos pela Secretaria de Educação.
2. O dia da Marmita – próxima terça-feira os professores estão sendo convocados para almoçarem em frente da prefeitura municipal como sinal de protesto ao vale alimentação de R$ 48,00 e pela reformulação do Plano de Carreira.
3. De 18 a 22 de julho, greve de conteúdos. O professor vai à escola dar aula, normalmente, mas não dá o conteúdo programado. Discute cidadania e conjuntura da educação do Município.
4. Dia 26/07: 1ª Paralisação Municipal. Faremos uma paralisação para discutir com toda a categoria pontos do Plano de Carreira.
Novidades:
- O Núcleo da APLB-sindicato fechou um contrato com a CLIMEGE. Professores filiados terão 20% de desconto em consultas e demais procedimentos médicos. Basta levar a sua identidade e se apresentar como sócio da APLB-sindicato. Há uma Lista com nomes dos sócios na Clínica.
- Próximo sábado – Plantão Jurídico. O nosso jurídico estará à disposição, no Espaço Cidadão, situado nas dependência do Restaurante MASTIG, a partir das 14:00 horas. Para agendamento da consulta ligue para: Manoel Jorge 6764-5025 Robson Brito 8857-0526 Michell 8887-8546
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
BOLETIM DA APLB-SINDICATO
Plano de Carreira e Piso salarial andam juntos.
Os Professores de Mata de São exigem que o Secretário de Educação garanta a revisão do Plano de Carreira como mandam as diretrizes básicas da Educação Nacional.
- Queremos um Novo Plano Carreira, Urgente.
- Conclamamos ao Prefeito João Gualberto que nomei urgentemente uma comissão com poderes plenos para, com o sindicato da APLB, reformular o Plano de Carreira do Magistério.
- Queremos vale transporte, como manda a lei.
- Queremos um Vale Alimentação Digno.
Convidamos todos os professores da Rede Pública Municipal para uma Assembléia no próximo dia 31-05, terça-feira, às 17:30, no CMMB, Colégio Municipal Monsenhor Barbosa, para discutirmos assuntos do interesse da categoria.
Unidos, somos mais fortes.
Os Professores de Mata de São exigem que o Secretário de Educação garanta a revisão do Plano de Carreira como mandam as diretrizes básicas da Educação Nacional.
- Queremos um Novo Plano Carreira, Urgente.
- Conclamamos ao Prefeito João Gualberto que nomei urgentemente uma comissão com poderes plenos para, com o sindicato da APLB, reformular o Plano de Carreira do Magistério.
- Queremos vale transporte, como manda a lei.
- Queremos um Vale Alimentação Digno.
Convidamos todos os professores da Rede Pública Municipal para uma Assembléia no próximo dia 31-05, terça-feira, às 17:30, no CMMB, Colégio Municipal Monsenhor Barbosa, para discutirmos assuntos do interesse da categoria.
Unidos, somos mais fortes.
FORRÓ DA APLB
OLÁ COLEGAS PROFESSORES NO DIA 17 DE JUNHO DE 2011 SERÁ REAIZADO O FORRÓ DA APLB-SINDICATO TODOS ESTÃO CONVIDADOS.
ENTRADA: 1 LATA DE LEITE
RUA SILVEIRA MARTINS 119 - CABULA ( VILA SÃO JOSÉ )
HORARIO DE INICIO: 20:00
PARA ENTRA LEVAR O CONTRA-CHEQUE
CONTATO: MANOEL JORGE, MICHELL, ROBSON
domingo, 22 de maio de 2011
RELEMBRANDO A JORNADA PEDAGÓGICA E RETORNO AO PASSADO
A censura representa a violação do direito de livre expressão. No período do regime militar no Brasil, na década de 60 e 70, os veículos de comunicação estavam sujeitos a uma forte censura executada por agentes militares. Naquela época as produções artísticas tinham que passar pelo setor de censura antes de ser apresentadas em público. Isso quer dizer que a população só podia ver e ouvir ao que os militares previamente aprovassem.
Esse é um pequeno relato sobre a história brasileira relacionada à censura em nosso país. Observando esse cruel passado é que nos indignamos na Jornada Pedagógica 2011, organizada pela Secretaria de Educação, onde o direito de expressão dos professores foi violado quando as perguntas enviadas para o palestrante Jorge Portugal foram desrespeitosamente censuradas. Os professores se sentiram furtados do direito de expressar suas idéias e opiniões. Gostaríamos de saber qual a verdadeiro objetivo dessa jornada pedagógica, será que é apenas para ter professores, coordenadores e diretores sentados bem quietinhos, para que os políticos façam seus discursos ou debater sobre nossa educação e as dificuldades encontradas em nossas escolas?
É preciso que a Secretaria de Educação repense suas ações para que situações vergonhosas como essa, que nos retrocede para esse manchado momento na história do Brasil, não ocorram novamente.
"Meu ideal político é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado." (Albert Einstein)
sábado, 21 de maio de 2011
Paralização nacional da educação.
O dia 11/05 será celebrado como o dia em que os professores de Mata de São João perderam o medo e deram uma aula de cidadania à sociedade matense. Sob a coordenação do Núcleo da APLB-sindicato, os professores, de forma honrosa, aderiram à Paralisação Nacional, organizada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). Com mais de 100 professores, nos reunimos no Colégio Municipal Monsenhor Barbosa durante toda a manhã e uma parte da Tarde. Na parte da manhã fizemos várias discussões sobre a seguinte pauta:
- Piso nacional – lei 11.738/2008;
- Avanço Horizontal;
- Vale transporte;
- Estabilidade das 40 horas;
- Vale refeição;
- A/C 1/3;
- Gestão democrática para diretores/eleição;
- Inclusão dos coordenadores pedagógicos no Plano de carreira;
- Inclusão de outros trabalhadores em Educação no Plano de Carreira.
Todos esses pontos foram deliberados pelos professores como pontos para serem discutidos com o gestor público e colocados no nosso plano de carreira. Deliberamos, com aclamação geral de não mais preenchermos os Portfólios escolares impostos pela Secretaria de Educação.
Pela parte da tarde fizemos uma manifestação pública, onde todos, vestidos de preto e com apitos, se manifestaram na rua. Saímos do CMMB e caminhando em direção à Prefeitura Municipal e à Câmara de Vereadores de Mata de São João onde fizemos vários discursos pela reformulação do Plano de Carreira e pelo cumprimento da Lei do Piso Nacional.
É isso aí professores, vocês já não mais os mesmos. Agora assumimos a nossa verdadeira identidade cidadão dando um show de coragem e democracia.
Professores unidos jamais serão vencidos. A nossa luta continua.
- Piso nacional – lei 11.738/2008;
- Avanço Horizontal;
- Vale transporte;
- Estabilidade das 40 horas;
- Vale refeição;
- A/C 1/3;
- Gestão democrática para diretores/eleição;
- Inclusão dos coordenadores pedagógicos no Plano de carreira;
- Inclusão de outros trabalhadores em Educação no Plano de Carreira.
Todos esses pontos foram deliberados pelos professores como pontos para serem discutidos com o gestor público e colocados no nosso plano de carreira. Deliberamos, com aclamação geral de não mais preenchermos os Portfólios escolares impostos pela Secretaria de Educação.
Pela parte da tarde fizemos uma manifestação pública, onde todos, vestidos de preto e com apitos, se manifestaram na rua. Saímos do CMMB e caminhando em direção à Prefeitura Municipal e à Câmara de Vereadores de Mata de São João onde fizemos vários discursos pela reformulação do Plano de Carreira e pelo cumprimento da Lei do Piso Nacional.
É isso aí professores, vocês já não mais os mesmos. Agora assumimos a nossa verdadeira identidade cidadão dando um show de coragem e democracia.
Professores unidos jamais serão vencidos. A nossa luta continua.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Piso é vencimento inicial
Decisão do STF obriga todos os estados acatar conceito de Piso como vencimento inicial, sem gratificações incorporadas
Dia histórico para a educação pública brasileira. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, que contesta a Lei do Piso (11.738/08), foi votada hoje (06) no Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento que durou cerca de seis horas. O STF decretou a constitucionalidade da Lei do Piso, considerando que piso é o vencimento inicial, sem acréscimo de gratificações. A partir de agora, todos os estados e municípios deverão acatar este conceito.
Acesse as fotos do julgamento aqui.
"Temos a lei do nosso lado. O piso é legal e vamos fazê-lo valer em todos os estados e municípios. Embora a lei contemple os professores com formação em nível médio, essa vitória vai beneficiar todos os professores na medida que obriga os estados a criarem planos de carreira. Com isso, os professores com nivel superiores serão beneficiados",afirmou o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão.
Sobre o parágrafo 4º do artigo 2º da Lei 11.738, 5 ministros afirmaram valer o que está na Lei, mas quatro entenderam que há invasão de competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios), o que fere a Constituição Federal. Para ser definido é necessário, pelo menos seis votos a favor ou contra a constitucionalidade. Portanto, o cumprimento de 2/3 da carga horária em atividade de sala de aula ainda será analisada pela Corte. Nova decisão deve ser tomada na semana que vem, quando o presidente do STF, ministro César Peluso, retornar ao Brasil.
Julgamento emocionante
No Plenário 100 pessoas acompanharam o julgamento. Do lado de fora, aproximadamente 300 educadores assistiram, em telão instalado pela CNTE, ao voto de cada ministro. Após advogados terem discursado a favor e contra a Ação, o ministro Relator Joaquim Barbosa proferiu voto e considerou a ADI 4.167 improcedente. Seguiram com o relator os ministros Luis Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Ayres Britto. Em favor dos governadores “traidores da educação pública” foram os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio. As ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia votaram pela improcedência parcial da Ação.
A cada voto proferido pelos ministros a reação dos educadores que se concentravam na Praça dos Três Poderes era grande. Vaias, aplausos, gritos afirmando que “Piso é Lei” podiam ser ouvidos por quem passava no local. Ao fim do julgamento, o presidente da CNTE se dirigiu aos educadores que permaneciam na Praça dos Três Poderes e comemorou com eles a vitória. “Foi um julgamento muito emocionante. A gente revê toda a luta e vê que valeu a pena. O STF foi sensível ao nosso clamor e esta é uma vitória de todos os educadores e daqueles que lutam por uma educação pública de qualidade. Agora é aguardar o STF decidir sobre as atividades extra-classe”, comemorou Leão ao final do julgamento. (CNTE, 06/04/11)
Dia histórico para a educação pública brasileira. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, que contesta a Lei do Piso (11.738/08), foi votada hoje (06) no Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento que durou cerca de seis horas. O STF decretou a constitucionalidade da Lei do Piso, considerando que piso é o vencimento inicial, sem acréscimo de gratificações. A partir de agora, todos os estados e municípios deverão acatar este conceito.
Acesse as fotos do julgamento aqui.
"Temos a lei do nosso lado. O piso é legal e vamos fazê-lo valer em todos os estados e municípios. Embora a lei contemple os professores com formação em nível médio, essa vitória vai beneficiar todos os professores na medida que obriga os estados a criarem planos de carreira. Com isso, os professores com nivel superiores serão beneficiados",afirmou o presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão.
Sobre o parágrafo 4º do artigo 2º da Lei 11.738, 5 ministros afirmaram valer o que está na Lei, mas quatro entenderam que há invasão de competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios), o que fere a Constituição Federal. Para ser definido é necessário, pelo menos seis votos a favor ou contra a constitucionalidade. Portanto, o cumprimento de 2/3 da carga horária em atividade de sala de aula ainda será analisada pela Corte. Nova decisão deve ser tomada na semana que vem, quando o presidente do STF, ministro César Peluso, retornar ao Brasil.
Julgamento emocionante
No Plenário 100 pessoas acompanharam o julgamento. Do lado de fora, aproximadamente 300 educadores assistiram, em telão instalado pela CNTE, ao voto de cada ministro. Após advogados terem discursado a favor e contra a Ação, o ministro Relator Joaquim Barbosa proferiu voto e considerou a ADI 4.167 improcedente. Seguiram com o relator os ministros Luis Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Ayres Britto. Em favor dos governadores “traidores da educação pública” foram os ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio. As ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia votaram pela improcedência parcial da Ação.
A cada voto proferido pelos ministros a reação dos educadores que se concentravam na Praça dos Três Poderes era grande. Vaias, aplausos, gritos afirmando que “Piso é Lei” podiam ser ouvidos por quem passava no local. Ao fim do julgamento, o presidente da CNTE se dirigiu aos educadores que permaneciam na Praça dos Três Poderes e comemorou com eles a vitória. “Foi um julgamento muito emocionante. A gente revê toda a luta e vê que valeu a pena. O STF foi sensível ao nosso clamor e esta é uma vitória de todos os educadores e daqueles que lutam por uma educação pública de qualidade. Agora é aguardar o STF decidir sobre as atividades extra-classe”, comemorou Leão ao final do julgamento. (CNTE, 06/04/11)
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